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Mãesolteirasim

Gilsimara Cardoso

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Mãesolteirasim

Como é difícil ter que recomeçar, pior quando tem uma criança em jogo e precisa ter uma boa alimentação, um acompanhamento médico, educação e muito amor. Um dos piores sentimentos é o da compreensão, é ter que entender que o sonho de uma família perfeita (mãe, pai, e filho)  que desejamos a partir de nossos padrões culturais, teve fim. E agora somos mãe e filho(s).
Vai um tempo até aprender a respeitar a liberdade do outro em nos deixar, ou vice-versa, aprender que somos livres e também não somos proprietárias do nosso marido, namorado e até mesmo da nossa cria que carregamos nove meses no ventre.
E como é difícil os dias sem carro, sem dinheiro, torneira vazando água, máquina de lavar quebrada, lâmpada queimada, caixa de gordura entupida, enfim, os dias de cão. Aqueles que pedimos a Deus para que acabe logo. Mas como Deus é bom, tudo passa… e no dia seguinte temos que está de pé para levar a nossa razão de viver para escola. Temos que ir trabalhar com o sorriso no rosto e matar um leão por dia.
Já que pra tudo na vida existe os dois lados da moeda, ser mãe solteira também tem o lado bom. Precisamos de no mínimo um ano para começarmos a nos enxergar como mulher. Sentimos tanto a falta de alguém para ser feliz que quase não nos olhamos. Depois da fase do reconhecimento vem o amor-próprio e como é bom não depender do outro para ser feliz.
A partir daí recomeçamos uma vida cheia de alegrias e conquistas. Por isso, eu Gilsimara Cardoso, estudante de jornalismo do 8° semestre da Unaerp e mãe de Arthur que tem quatro aninhos, quero oferecer a você que também é mãe solteira uma nova visão de mundo, utilizando esse blog como um canal de transmissão de informações sobre autoestima, empreendedorismo, violência doméstica, depressão e educação familiar, com o propósito de trocar experiências e nos ajudar de alguma maneira a enfrentar os problemas do dia -a- dia, mais positivamente.

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