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Júlia Fernandes

Amor entre humanos e animais

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Estava tudo aparentemente bem e completo – éramos eu, meus pais e irmão em uma casa onde os animais se resumiam a  passarinhos, que eu, sinceramente, não tenho contato algum – até que ela chegou, do nada, toda mesclada nas cores branco e caramelo e com um charme à parte: uma pintinha clara no focinho escuro. Foi amor à primeira vista!

Antes disso, nem tanto. As descrições acima pertencem a minha cachorrinha, a vira-lata mais arteira do Brasil – segundo pesquisas feitas por mim mesma – e também conhecida como Yoko Fernandes, ou Yoyo (mas esse ultimo é só para os mais íntimos).

O dia D

Quando menciono afeto, preciso fazer ressalvas. Eu não estava em um momento muito completo da vida e confesso: já tive duas cadelas muito parecidas com minha ‘filha’, mas, por algum motivo que ainda não me veio à cabeça, o sentimento era forte, só que não tão intenso como é hoje e com certeza será amanhã.

Minha prima, a pessoa mais persuasiva do mundo, diga-se de passagem, conseguiu enxergar além das minhas intenções naquele momento e levou a então pequena e assustada Vitória, que tomou meu coração, tentou fugir logo na primeira noite e ainda mudou de nome no dia seguinte. Hoje, ela é a rainha dos quintais, as vezes do sofá e aos estimados sete meses de vida, já ganhou o coração dos quatro habitantes de uma casa até então quase sem animais.

Acompanhe comigo

Esse blog é sobre um amor recíproco e muito verdadeiro entre seres humanos e animais, porque a frase ‘melhor amigo do homem’ ganha muito mais sentido quando se tem um companheiro de quatro patas o esperando com os olhinhos por debaixo da porta, ou então com aquela carinha de ‘obrigada, você me resgatou’ – esse, na verdade, é o real sentido de cada palavra que aqui escrevo.

Além do amor verdadeiro, a intenção é contar um pouco das mudanças e experiência que eu e minha Yoyo – se a conhecesse hoje, com certeza a batizaria de Catrina, porque aquele Taz-Mania disfarçado de cadela é realmente um ser atentado – e encontrar outras (os) loucas (os) por seus animais.

Preparem-se também para alguns dados em defesa dos bichinhos sem raça, que merecem todo o respeito do mundo, assim como os outros. Prontos? Então, sejam bem-vindos ao “Tem uma Vira-Lata na minha casa. E agora?”

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