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Livia Diniz

Processos manuais na era da imagem digital

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Este blog tem como proposta abordar produções artísticas tendo como técnica principal a gravura, os processos fotográficos históricos e tudo mais que tangencie a imagem gráfica obtida por meio de processos manuais.
Na era da imagem, sobretudo digital, até soa estranho pensar que ainda existem artistas que utilizam técnicas tão antigas para a produção de suas obras, não é mesmo? E parece difícil acreditar que com cada vez mais tecnologias disponíveis para facilitar e aprimorar as habilidades humanas, existiriam pessoas capazes de dispensá-las em prol de algo tão trabalhoso e cheio de imprevistos. Pois bem, talvez o imprevisto seja o grande atrativo que a tecnologia ainda não conseguiu substituir tão bem quanto a produção manual de uma matriz ou a revelação química de um negativo ou papel fotográfico.
Pensando nisso, este blog tem o intuito de desmistificar algumas construções equivocadas sobre os processos artísticos manuais dentro da arte contemporânea, tão impregnada do nosso mundo digital. Mais do que uma caixinha de conteúdos aparentemente eruditos, aqui você encontrará notícias atuais, atualizará sua agenda de exposições para visitar e conhecerá novas e velhas tendências que tornam o mundo das artes tão enigmático.
Muitas pessoas acreditam que a arte é destinada apenas para uma pequena parcela da população, criada para a apreciação de uma elite, tanto econômica quanto intelectual. No entanto, há também aqueles que acreditam que pode existir arte em tudo o que se vê e que, sim, os leigos podem pensar e apreciar obras de arte. 
Além disso, o blog apresentará discussões sobre o mercado de arte e o cenário artístico dentro do universo da imagem impressa através de processos manuais. Comentários críticos, entrevistas, novos meios, técnicas, hibridismos e até mesmo produções artísticas com viés acadêmico. Este blog tem como missão aproximar processos aparentemente esquecidos pela história da arte e o porquê de sua atual ascensão. 
Há uma proximidade muito grande da arte com a vida no nosso tempo. Diferentemente da arte moderna, por exemplo, em que a arte estava contida em si mesma, hoje ela é palco das nossas rotinas, retrata nossas angústias e revela nossos mistérios. Para que tudo isso se torne palpável, é necessário deixar os preconceitos de lado e mergulhar nesse universo, que não é tão novo, mas se reinventa diariamente.

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